Qualquer coisinha pra eu não parar mais de pensar em você. A gente fica um tempo sem se falar, por simplismente não nos encontrarmos, mas aí você aparece e tudo aquilo que eu sentia (sinto) vem à tona. Daí todo meu pensamento fica direcionado a você, e eu fico esperando alguma coisa. Quando o telefone toca eu sei que não vai ser você, mas ainda tenho esperança que seja. Às vezes eu penso que nem gosto mais de você, mas me pego enganada quando você reaparece.
Acho que vai ser sempre assim até criarmos uma coisa muito forte entre nós, daí por diante pode ser que eu me acostume com esse meu sentimento. Talvez eu me acostume tanto que ele passe...
Se não for pra ser amor, que pelo menos seja amizade!
Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Contradição
Entro em contradição comigo mesma.
Me vejo sem amigos ao mesmo tempo que acho que tenho muitos. Me sinto totalmente racional, mas, quando percebo, estou idealizando fatos e coisas. Concordo com uma coisa e me pego discordando da mesma.
Sou feia e sou bonita. Sou simpática e arrogante. Quero isso mas quero aquilo. Tenho uma opinião e já tenho outra. Gosto de uma coisa e não a suporto. Você me faz bem mas quero que você se torne indiferente pra mim...
Vou postar isso aqui! Pensando bem, acho que não.
Ah, sei lá...
Me vejo sem amigos ao mesmo tempo que acho que tenho muitos. Me sinto totalmente racional, mas, quando percebo, estou idealizando fatos e coisas. Concordo com uma coisa e me pego discordando da mesma.
Sou feia e sou bonita. Sou simpática e arrogante. Quero isso mas quero aquilo. Tenho uma opinião e já tenho outra. Gosto de uma coisa e não a suporto. Você me faz bem mas quero que você se torne indiferente pra mim...
Vou postar isso aqui! Pensando bem, acho que não.
Ah, sei lá...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Vida pra morte
De novo?
Mais palavras sem valor, mais sentimentos em vão, mais lágrimas amargas...
A gente nem espera o que a vida pode nos oferecer, quem ela pode nos oferecer; nós temos que, simplismente, arcar com as consequêcias dessas armadilhas que a vida nos arma.
Nós acabamos amando quem não deveríamos, quem não nos ama. Nós acabamos dando valor a quem não merece, a quem não nos dar valor com a mesma intensidade. Será mesmo que vai ser sempre assim?
Eu não entendo porque dizer "eu te amo" quando não é de coração. Pra depois dizer que se confundiu? Ah, poupe-me! Poupe as pessoas que acham que esse "eu te amo" é sincero, elas têm mais com o que se preocupar.
Essas coisas que nos confundem, nos magoa, nos decepciona fazem com que os nossos sentimentos simplismente...
Morram!
Mais palavras sem valor, mais sentimentos em vão, mais lágrimas amargas...
A gente nem espera o que a vida pode nos oferecer, quem ela pode nos oferecer; nós temos que, simplismente, arcar com as consequêcias dessas armadilhas que a vida nos arma.
Nós acabamos amando quem não deveríamos, quem não nos ama. Nós acabamos dando valor a quem não merece, a quem não nos dar valor com a mesma intensidade. Será mesmo que vai ser sempre assim?
Eu não entendo porque dizer "eu te amo" quando não é de coração. Pra depois dizer que se confundiu? Ah, poupe-me! Poupe as pessoas que acham que esse "eu te amo" é sincero, elas têm mais com o que se preocupar.
Essas coisas que nos confundem, nos magoa, nos decepciona fazem com que os nossos sentimentos simplismente...
Morram!
sábado, 3 de abril de 2010
J, L e M.
Duas pessoas sentadas na calçada de uma casa que não pertencia a nenhuma. Elas conversavam sério e faziam promessas debaixo daquele luar que as banhava. No começo não era nada demais, mas com o passar do tempo elas viram que a situação estava se agravando e começaram a chorar. Uma lamentava e dava força a outra da maneira que podia. Uma pega na mão da que chorou primeiro, um gesto de confiança, de fortaleza. Depois de tanto falarem, um abraço forte e uma mexida no cabelo servia como uma tentativa de acalmar uma a outra. Uma delas sussurrava: - Eu sempre vou estar aqui, tá? Pode confiar em mim, sempre. Saiba que eu nunca vou deixar que nada de ruim aconteça.
Elas se falavam olho no olho, e era perceptível a sinceridade nos olhos das duas. Promessas foram feitas, e uma delas prometeu que cuidaria da pessoa a quem elas duas se referiam, essa promessa era selada com choro, com a entrega de uma carta e de um anel, o que significava uma forte confiança, e que era recíproca.
De repente uma delas chega perto e dá um forte abraço na outra, a abraçada chora, chora porque não quer que uma pessoa tão querida se prejudique. É aí que a mesma que sussurrou na vez passada fala de novo: - Eu não quero que vocês se prejudiquem. Eu quero muito que vocês sejam felizes. Eu sei da minha responsabilidade, e eu vou fazer o que eu puder e não puder por vocês. Eu amo vocês, viu?
Enquanto ela falava isso, a outra demonstrava o carinho e confiança com beijos no rosto e apertos. Depois do abraço, as duas pessoas voltam às suas posições inicias e ficam olhando pro chão, o "nervosismo" tomava conta da que abraçou, e ela sacava mais um cigarro da bolsa, fumava tentando fazer com que aquilo a tranqüilizasse. Uma explica a outra como será difícil a situação que estar pra acontecer, e elas torcem pra que tenham força suficiente pra encarar aquilo.
O telefone toca e é hora de uma delas ir embora. A outra vai deixá-la e espera a pessoa que vai buscá-la, não demora muito e ela chega. Um "obrigado" e um abraço simboliza o término de tudo aquilo que aconteceu. Cada pessoa vai pra suas casas, mas eu tenho certeza que as duas pensaram no acontecido enquanto faziam o caminho de volta.
Que tudo fique bem, elas têm que ser fortes!
Elas se falavam olho no olho, e era perceptível a sinceridade nos olhos das duas. Promessas foram feitas, e uma delas prometeu que cuidaria da pessoa a quem elas duas se referiam, essa promessa era selada com choro, com a entrega de uma carta e de um anel, o que significava uma forte confiança, e que era recíproca.
De repente uma delas chega perto e dá um forte abraço na outra, a abraçada chora, chora porque não quer que uma pessoa tão querida se prejudique. É aí que a mesma que sussurrou na vez passada fala de novo: - Eu não quero que vocês se prejudiquem. Eu quero muito que vocês sejam felizes. Eu sei da minha responsabilidade, e eu vou fazer o que eu puder e não puder por vocês. Eu amo vocês, viu?
Enquanto ela falava isso, a outra demonstrava o carinho e confiança com beijos no rosto e apertos. Depois do abraço, as duas pessoas voltam às suas posições inicias e ficam olhando pro chão, o "nervosismo" tomava conta da que abraçou, e ela sacava mais um cigarro da bolsa, fumava tentando fazer com que aquilo a tranqüilizasse. Uma explica a outra como será difícil a situação que estar pra acontecer, e elas torcem pra que tenham força suficiente pra encarar aquilo.
O telefone toca e é hora de uma delas ir embora. A outra vai deixá-la e espera a pessoa que vai buscá-la, não demora muito e ela chega. Um "obrigado" e um abraço simboliza o término de tudo aquilo que aconteceu. Cada pessoa vai pra suas casas, mas eu tenho certeza que as duas pensaram no acontecido enquanto faziam o caminho de volta.
Que tudo fique bem, elas têm que ser fortes!
quarta-feira, 31 de março de 2010
Bill liked to pretend he was a prism. Like things could pass through him and be beautiful,
Ela tem vontade própria e a maior vontade dela é a de tornar meus dias mais enuviados. Porque eu percebo tudo o que me espera, tudo o que está a minha volta, quer me agarrar e dar um safanão, soprar nos meus olhos e rodopiar nos meus ombros, isso que é viver. Tudo isso que é viver e que eu tenho perdido por anos e anos, esperando o início. E a beleza contida onde não podemos ver por causa desses horários, compromissos, papéis e pastas, salta à percepção e reflete mil nuances, mil cores, brilho e luz, vida. Só não pode ver isso quem acha que vive. Como eu em vinte e oito de trinta dias do mês. O que sinto é o mais próximo possível da liberdade. Livre - liberto! -, jogando meu corpo no mundo. O vento que antes o repelia impiedosamente agora acolhe, acalentador. Isolando-nos espiritualmente, no eterno, sei te amar pelo que eu não sou, mas pelo que me fazes ser, oposto complementar.
De Caio pra mim!
De Caio pra mim!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Bagunça
Me olho no espelho e vejo a maquiagem borrada, mas será que é só a maquiagem que está assim? Muita coisa dentro de mim está confusa como no meu rosto, mas lá dentro a bagunça é de sentimentos, e não de matérias. Sinto que para organizar tudo isso dentro de mim não vai ser tão fácil.
Você confunde a minha cabeça ao mesmo tempo que deixa tudo tão claro, você me faz feliz com suas palavras ao mesmo tempo que me deixa triste e angustiada com elas, você me faz te querer ao mesmo tempo que me faz pensar em nunca ter nada contigo. Você é tão responsável por isso quanto eu.
“Eu sei, é um doce te amar, o amargo é querer-te pra mim”
Você confunde a minha cabeça ao mesmo tempo que deixa tudo tão claro, você me faz feliz com suas palavras ao mesmo tempo que me deixa triste e angustiada com elas, você me faz te querer ao mesmo tempo que me faz pensar em nunca ter nada contigo. Você é tão responsável por isso quanto eu.
“Eu sei, é um doce te amar, o amargo é querer-te pra mim”
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Menu.
-Você quer um chá?
-Não, obrigada.
-Você quer uma massagem?
-Não, meu corpo não está doendo.
-Você quer ir dormir?
-Não, estou bem assim.
-Você quer uma dose de remédio?
-Não, não quero depender disso.
-Você quer algo pra se destrair?
-Estou sem fôlego.
-Você quer comer?
-Estou sem fome.
-Você quer tomar um banho?
-Não estou sentindo necessidade.
-Ah, o que você quer afinal?
-Alguém que me entenda!
-Não, obrigada.
-Você quer uma massagem?
-Não, meu corpo não está doendo.
-Você quer ir dormir?
-Não, estou bem assim.
-Você quer uma dose de remédio?
-Não, não quero depender disso.
-Você quer algo pra se destrair?
-Estou sem fôlego.
-Você quer comer?
-Estou sem fome.
-Você quer tomar um banho?
-Não estou sentindo necessidade.
-Ah, o que você quer afinal?
-Alguém que me entenda!
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